BenQ quer vender peças aos fabricantes

Unidade brasileira muda de mãos.

A BenQ não conseguiu recuperar a unidade de telemóveis da Siemens, que comprou em situação de falência em 2005, e acabou por fechá-la.

Agora, continuando a evidenciar os efeitos da forte concorrência no sector móvel, a empresa da Ilha Formosa não só fechou a unidade alemã (depois de desistir tentar encontrar comprador) e vai vender a unidade brasileira.

Apesar da divisão no Brasil ter as contas mais ou menos equilibradas, a situação mundial não é animadora e a BenQ aproveita os interessados: os empresários Enzo Monzani e Conrado Will.

Ao mesmo tempo, anuncia os novos objectivos mundiais da marca: tornar-se fornecedora de peças e componentes para telemóveis, bem como para outros equipamentos de electrónica.

O objectivo é passar a vender aos grande fabricantes e esse será o maior negócio da BenQ, que manterá divisões menores com a marca BenQ.

Curiosamente, foi como fornecedora de componentes aos grande fabricantes que a empresa nasceu, então como divisão da Acer.