Burger King processado por envio de SMS sem opt-in

Uma cidadã, depois de ter solicitado variadas vezes, para que não lhe fossem enviados SMS promocionais, processou o gigante em 5 milhões de dólares.

A queixosa, Elizabeth Espinal, comparou a Burger King a um “ex-namorado insistente”, ao telemóvel. Elizabeth recebeu SMSs que continham anúncios mesmo depois de pedir que eles parassem. A gota d’água que levou a cliente a abrir o processo foi ter de pagar à operadora para garantir a interrupção dos recebimentos. É exagero? Talvez. Elizabeth recebeu uma mensagem em Abril de 2008, e respondeu pedindo que os envios parassem. Em Junho, outro SMS foi enviado e, finalmente, a terceira mensagem foi recebida em Agosto do mesmo ano. Frustrada, abriu um processo em Abril de 2009 alegando que a Burger Kimg desrespeita uma lei que proíbe “chamadas de voz e texto não solicitadas para telemóveis”, relata o Miami New Times. Uma lei semelhante vigora no nosso país e no espaço Europeu, protegendo assim os cidadãos destes tão indesejados SMS.