China, o maná dos fabricantes

Já é o primeiro país em utilizadores mas o mercado é enorme e o potencial de crescimento também.

A Motorola, que já detém cerca de 30 porcento do mercado local sabe bem disso e prepara-se para investir aí mais 3 biliões de dólares ao longo do próximo triénio; a Ericsson que possui uma quota de apenas 6 porcento afirmou a semana passada que quer duplicar o seu investimento no mercado chinês para 5.1 biliões de dólares, também durante os próximos três anos.

A Nokia, por seu lado, actualmente com 25 porcento do mercado chinês também está a apostar em joint ventures locais e a Siemens, com cerca de 10 porcento segue-lhe os passos junto com a coreana Samsung que já detém uma presença de oito a nove porcento, recorda hoje o Financial Times.

Com taxas de penetração e utilização das redes móveis muito baixas e um crescimento económico que este ano deverá orçar os sete porcento, a par de uma abertura sistemática ao livre mercado e à adesão à Organização Mundial de Comércio esta semana, a China promete ser por excelência o grande mercado do século XXI.