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Dia Mundial das Telecomunicações dedicado este ano à Internet

Desafios, Oportunidades e Perspectivas. O ICP associa-se à data, reconhecendo o dinamismo deste sector e o papel essencial que as telecomunicações têm desempenhado no desenvolvimento da economia nacional.

O Dia Mundial das Telecomunicações, hoje comemorado, é dedicado à Internet: Desafios, Oportunidades e Perspectivas. O Instituto das Comunicações de Portugal (ICP) associa-se à data, reconhecendo o dinamismo deste sector e o papel essencial que as telecomunicações têm desempenhado no desenvolvimento da economia nacional. A Fundação Portuguesa das Comunicações, por seu turno, marca este dia com a abertura ao público de duas exposições: “Grandes Centrais Telefónicas em Portugal” e “Mostra de Mérito Filatélico – Poetas do século XIII ao século XX”, que poderão ser visitadas na Rua D. Luís I, nº 22, em Lisboa. A inauguração decorre nas instalações da fundação, pelas 18H30, com a presença do ministro do Equipamento Social. O dia coincide com o 136º aniversário da constituição da União Internacional das Telecomunicações (UIT), uma organização intergovernamental, integrada nas Nações Unidas, por onde passam decisões fundamentais de harmonização deste mercado a nível planetário. A UIT está dividida em três Sectores: Radiocomunicações, Normalização das Telecomunicações e Desenvolvimento das Telecomunicações. Por ocasião do dia mundial, o secretário-geral da UIT, Yoshio Utsumi, divulgou uma mensagem lembrando que os utilizadores da Internet ainda representam apenas 5% da população mundial. Um problema a resolver, lembra Utsumi, se quisermos reduzir as “tradicionais desvantagens do mundo em desenvolvimento”, nomeadamente no fornecimento de serviços básicos como a saúde e a educação. “O primeiro desafio consiste em expandir o acesso à Internet a preços acessíveis. Hoje em dia, o elevado custo do serviço em muitos países continua a ser um dos principais obstáculos à difusão da Internet, além da escassez de linhas telefónicas”, acrescenta o secretário-geral da UIT, defendendo a adopção de medidas legislativas e regulamentares e o lançamento de iniciativas de formação nas escolas. Tudo isto para que seja possível transformar o “fosso digital” em “dividendos digitais”, disse Utsumi.