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Radiações: fabricantes dizem querer pôr tudo em pratos limpos

Radiações: fabricantes dizem querer pôr tudo em pratos limpos

terça-feira, 23 outubro, 2001 /
A Sony Ericsson e a Nokia vão ser os primeiros fabricantes de telemóveis a informar o consumidor dos níveis de radiação emitidos pelos seus aparelhos. Os dois maiores fabricantes de telemóveis do mundo vão passar a informar os consumidores dos níveis de radiação emitidos pelos seus aparelhos. Para já, esta medida vai tocar nos modelos T65 e 8310, da Sony Ericssson e Nokia, respectivamente. Mas a questão da radiação está longe de se encontrar resolvida.

Para já, ainda não conseguiu provar-se concretamente se as radiações emitidas pelos telemóveis são, ou não, prejudiciais ao bom funcionamente cerebral. Na verdade, só há cerca de 15 dias é que a Organização Mundial de Saúde se dignou a emitir um comunicado, onde dizia que se iria debruçar-se sobre o assunto. Ora, como é necessário tempo para avaliar as reações das ondas emitidas pelos aparelhos no cérebro, podemos esperar sentados por uma conclusão da OMS.

Entretanto, as marcas vão-se defendo como podem, não só dizendo que não há qualquer malefício para a saúde humana no manejamento de telemóveis, mas não perdem tempo em registar patentes de técnicas para isolar as ondas do cérebro.

A Sony Ericsson e a Nokia são os primeiros fabricantes a incluir nas caixas dos seus modelos (T65 e 8319) os níveis de SAR (Specific Absorption Rate). Níveis que já criaram polémica neste segmento das telecomunicações móveis. Segundo alguns especialistas, o SAR é apenas uma das unidades de medição de radiações possíveis. Existem outras formas de medir o efeito das radiações nos tecidos cerebrais, que podem apresentar valores pouco abonatórios para os fabricantes.

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