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Nokia Portugal dispensa um terço da força de trabalho

Nem só da venda de terminais vive um fabricante de telecomunicações…

A filial portuguesa da Nokia, dirigida por Kenneth Jönhsson, tem estado a proceder a uma redução do seu número de funcionários que deverá baixar dos 61 para os 40 indivíduos.

Segundo os responsáveis, em declarações ao Diário Económico, o corte na força laboral da empresa fica a dever-se à incapacidade de captar contratos no domínio da construção das redes 3G e, em especial, da consequente desactivação de uma equipa que tinha sido constituída para esse fim.

Note-se que, em Portugal, o volume de negócio da Nokia está fortemente dependente do mercado dos terminais propriamente ditos (95% do valor). Neste plano, a Nokia espera duplicar este ano o número de telefones vendidos sem, contudo, conseguir atingir igual proporção a nível de receitas uma vez que o preço por unidade tem descido.