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Novos número de Telefone Anunciados Hoje

O Governo apresenta hoje o novo plano de numeração para o Serviço Fixo de Telefone.

O Governo apresenta hoje «o novo plano de numeração para o Serviço Fixo de Telefone. Dos quatro cenários possíveis, mais ou menos imaginativos, tudo leva a crer que a mais simples das soluções tenha sido a escolhida: os números telefónicos ficam na mesma, mas mudam os indicativos dos fixos e dos móveis. Acaba-se, porém, a facilidade de ligar para curtas distâncias. E, a partir deste ano, passará a ser necessário marcar um indicativo para fazer uma chamada local. Fim anunciado têm também os números de assinante que, fora de Lisboa e Porto, têm cinco algarismos. Esses números serão aumentados até a um total de nove algarismos, incluindo indicativo. A confirmar-se, a opção do Instituto das Comunicações de Portugal (ICP) elimina os zeros do uso comum. Eles passam a ser usados em exclusivo para o acesso ao serviço internacional. O mesmo cenário atribui ao algarismo 1 o acesso a serviços de informações com números, à imagem aliás do que já sucede actualmente, bem como à selecção de operadores específicos de longa-distância. Os números encabeçados por um indicativo 2, 3 e 4 serão reservados para o Serviço Fixo de Telefone. O 5 é reservado para uso futuro, enquanto os números iniciados por 6 passarão a identificar serviços de audiotexto e comunicação de dados. O 7 passará a ser exclusivo da numeração das redes privativas, o 8 para serviços de número verde e o nove para os serviços móveis. Nenhum dos algarismos criará estranheza, já que eliminando o zero são já os algarismos que encabeçam os indicativos de cada serviço telefónico. Mas o novo plano de numeração, cuja introdução é antecipada em dois anos, ocorrendo já em 1999, é apenas a primeira das alterações ao funcionamento do mercado que este ano se vão verificar e que se destinam a preparar a entrada de novos operadores em 1 de Janeiro próximo. Nesse sentido, o Governo tem actualmente em preparação uma série de diplomas que visam abrir o mercado e regular o seu funcionamento.» (…) Por Fernando S. Marante