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O Apple iPhone do futuro poderá ter consciência

Imaginem um iPhone que, com sabendo onde está, consegue prever as nossas necessidades antes de nós próprios sabermos o que queremos. Já existe uma patente e tudo.

É verdade que, em 2007, a Apple ajudou a remodelar o telemóvel tal como o conhecemos ao apresentar o iPhone ao mundo. E também é verdade que graças à sua direcção este segmento assumiu proporções inimagináveis há cinco, seis anos atrás. Por outro lado, como serão os smartphones do futuro? Essa é uma questão que a Apple, tal como as outras fabricantes, têm frequentemente que se perguntar. E no caso da empresa liderada por Tim Cook, pelo menos parte da resposta já estará descoberta – não serão apenas intuitivos, mas terão eles próprios intuição.

De acordo com as ionformações avançadas pelo blog ValueWalk, a Apple parece estar a considerar a hipótese de vir a acrescentar ‘funcionalidades intuitivas’ ao iPhone, as quais deverão atribuir ao smartphone uma espécie de ‘consciência situacional’ – ou por outras palavras, uma tecnologia que deverá permitir que os dispositivos da empresa possam desempenhar funções sem que seja necessário o utilizador tomar a iniciativa, antecipando as suas necessidades com base na situação que estiverem a viver na altura.

O Apple iPhone do futuro poderá ter consciência

Já existe um pedido de patente e tudo: o dispositivo electrónico está pronto para desempenhar uma função anteciopada sem input do utilizador com recurso a sensores que interpretem atributos ambientais, pode ler-se no pedido. Os sensores podem incluir um sensor de luz ambiente, um sensor de força, um sensor de temperadura, um sensor de ruído ambiente e um sensor de movimento.

Isto não significa que esta tecnologia venha realmente a estar presente nos dispositivos da empresa, mas poderá dar-nos algumas luzes em relação aos dispositivos inteligentes do futuro. O que acham do conceito? Acham que será vantajoso, ou será este o início da ‘revolta das máquinas’? Deixem-nos o vosso feedback!