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Produtos multimédia longe da massificação

Segundo um estudo feito por uma universidade finlandesa, os produtos multimédia nas redes móveis estão longe da massificação.

A utilização dos serviços multimédia já existentes variam conforme as diferentes classes de clientes. As mulheres recorrem à nova tecnologia de som e imagem como simples meio de comunicação, tal como já o faziam com as SMS`s. Em relação ao sexo masculino, e independentemente das idades, a vantagem multimédia é usada para questões de trabalho, lazer e jogos.

O estudo concluiu que a adopção dos serviços multimédia não terá o mesmo percurso de sucesso que os telemóveis. Estes começaram a massificar-se nos meados dos anos 90, numa faixa etária de indivíduos entre os 20 e os 25 anos, sendo rapidamente alargada a outras idades. Os novos serviços de cor, som e imagem são usados principalmente por clientes dos 25 aos 30 anos licenciados e durante o período de trabalho.

No entanto, este «atraso» na massificação da nova tecnologia suportada pelo GPRS está relacionada com a actualização dos terminais. Os investigadores acreditam que ainda há muitos clientes de redes móveis com telemóveis sem capacidades multimédias e que mantêm o mesmo aparelho há cerca de dois anos, o período de tempo máximo para mudar de modelo. Isto significa que poderá estar a assistir-se a uma vaga de up-grades de terminais por parte dos consumidores, à medida que a tecnologia também vai ficando mais sedimentada, não só em termos de operadoras, como dos próprios fabricantes de terminais.