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PT quer mexidas na regulação brasileira

Condição essencial para garantir sustentabilidade.

Miguel Horta e Costa afirmou, na sessão de encerramento do Fórum Brasil 2005, que «o futuro e o potencial da economia brasileira continuam a representar uma forte aposta para o grupo. No entanto, e para que o compromisso a prazo do Grupo PT para com o mercado brasileiro seja sustentável, consideramos fundamental que o quadro regulatório para o sector das telecomunicações móveis assegure as condições necessárias a uma justa rentabilização do considerável esforço de investimento já realizado no Brasil».

Miguel Horta e Costa diz que não quer uma revisão regulatória que afecte o ambiente competitivo do mercado brasileiro, mas considera importante que sejam asseguradas ao grupo as condições para que possa ter cobertura nacional.

O presidente executivo da PT afirmou não ser aceitável que os 30 milhões de clientes que a Vivo tem no Brasil «sejam prejudicados pelo facto de a qualidade do serviço prestado nos estados do Norte, em que a Vivo não está presente, não ser a melhor», colocando-a em desvantagem face aos outros operadores. Horta e Costa referia-se especialmente ao facto de o Grupo PT ser prejudicado nas regiões em que não está presente pelo facto de ter optado pela tecnologia CDMA em vez da GSM.