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Um ano depois da privatização linhas telefônicas no Brasil chegam a 24,5 milhões

Um ano depois da privatização linhas telefônicas no Brasil chegam a 24,5 milhões

terça-feira, 03 agosto, 1999 /
Um total de 24,5 milhões de linhas telefônicas fixas instaladas, 10,2 milhões de terminais celulares em operação, habilitações a preços que variam de R$ 8,40 a R$ 86,38. «Um total de 24,5 milhões de linhas telefônicas fixas instaladas, 10,2 milhões de terminais celulares em operação, habilitações a preços que variam de R$ 8,40 a R$ 86,38 (sem impostos) e asseguram o acesso das famílias brasileiras ao serviço, e tarifas de assinatura de US$ 6,53 (sem impostos), praticamente a metade do valor cobrado nos Estados Unidos, Alemanha e Áustria em 1997. Esses são alguns dados que atestam o sucesso do novo modelo brasileiro de telecomunicações, decorrido um ano de privatização das 27 operadoras de telefonia fixa e 26 empresas de telefonia celular que integravam o antigo Sistema TELEBRÁS. Ao fazer um balanço do setor de telecomunicações, o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações -ANATEL, Renato Navarro Guerreiro, informou que nesse período o número de empregos aumentou, passando, em julho do ano passado, de 86,8 mil no Sistema TELEBRÁS para 101,8 mil em junho último, enquanto a telefonia celular gerou 30 mil postos de trabalho diretos e 150 mil indiretos. Lembrou, ainda, que o preço do plano de expansão do telefone fixo, com direito a ações, da ordem de R$1.100,00 em abril de 1997, baixou significativamente e hoje, a habilitação custa R$ 8,40 no Paraná e R$ 10,80 em Brasília. Merecem destaque também a implantação do novo sistema de telefonia de longa distância nacional e internacional, iniciada em 03 de julho e já normalizada em todo o País, o crescimento da taxa de digitalização da rede e a introdução da competição nos serviços via satélite, até então exclusivo da EMBRATEL. A queda do monopólio estatal estimulou a entrada de capital estrangeiro no País, para aplicar no emergente setor de telecomunicações, abrindo o mercado para 79 novas operadoras de TV a Cabo, o que permitirá a cobertura de 15 milhões de domicílios, e para 26 operadoras de MMDS (transmissão por meio de microondas), com benefícios para 7 milhões de residências. Esse crescimento verificou-se também na telefonia celular. O número de terminais móveis da Banda A, que situava-se em torno de 5,1 milhões em julho de 1998, passou em apenas um ano de privatização para 7,7 milhões. Hoje totalizam 10,2 milhões o número de terminais do Serviço Móvel Celular, de Bandas A e B, em operação no País. A habilitação de um celular que custava, em média, R$ 300,00 baixou para R$ 80,00, mas a maioria das empresas não cobra mais esse serviço. O valor da cesta de referência do Serviço Móvel Celular, que abrange habilitação, assinatura, deslocamento, tarifas de chamadas e valor adicional por chamada, caiu, em média, 28,72% em todo o Brasil.»
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