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Telecel Vodafone anuncia resultados dos doze meses findos em 31 de Março de 2001

A Telecel anuncia hoje os seus resultados não auditados relativos aos doze meses findos em 31 de Março de 2001, tendo registado um cash flow operacional de 50,7 milhões de contos.

A Telecel Comunicações Pessoais, S.A. (BVL: TLE AM) anuncia hoje os seus resultados não auditados relativos aos doze meses findos em 31 de Março de 2001, tendo registado um cash flow operacional (EBITDA) de 50,7 milhões de contos (252,9 milhões de euros) e um lucro depois de impostos de 16,1 milhões de contos (80,3 milhões de euros) correspondendo a 74,7 escudos (0,37 euros) por acção reflectindo um crescimento de 12,7% e de 2,5%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano anterior. No final de Março de 2001, a base de clientes do serviço celular da Telecel Vodafone ascendia a 2.478.800, em resultado da adição de 683.873 clientes desde 1 de Abril de 2000. Durante o primeiro trimestre de calendário de 2001, foram adicionados 163.525 clientes à rede celular da Telecel Vodafone, um aumento de 195,8% relativamente ao período homólogo do ano anterior. A família de produtos pré-pagos, vocacionada para o segmento de consumo, continuou a contribuir para o crescimento da base de clientes, tendo sido responsável pela grande maioria das activações brutas nos doze meses findos em 31 de Março de 2001. Nesta data, os clientes de produtos pré-pagos representavam aproximadamente 75% da base de clientes do serviço celular da Telecel Vodafone. Em resultado do crescimento significativo do nível de clientes inactivos no mercado celular português no ano transacto, a Telecel Vodafone introduz agora o conceito de cliente inactivo. Um cliente inactivo define-se como um cliente que não gerou receita nos últimos três meses. De acordo com este critério, a 31 de Março de 2001, cerca de 7% dos clientes celulares da Telecel Vodafone eram inactivos. A Empresa considera que este método de divulgação do número de clientes dever-se-ia tornar um padrão para o sector, já que uma parte considerável da base de clientes dos operadores móveis portugueses é, provavelmente, inactiva. A Telecel Vodafone gerou receitas operacionais e receitas de serviços recorde nos doze meses findos em 31 de Março de 2001, atingindo 180,3 milhões de contos (899,3 milhões de euros) e 164,5 milhões de contos (820,5 milhões de euros), respectivamente, apresentando crescimentos de 27,4% e de 28,9% relativamente ao mesmo período no ano anterior. As receitas operacionais compreendem as receitas de serviços (receitas provenientes dos serviços de telecomunicações) e outras receitas que incluem principalmente vendas de equipamentos. O EBITDA da Telecel Vodafone nos doze meses findos em 31 de Março de 2001 atingiu 50,7 milhões de contos (252,9 milhões de euros), representando assim 31,4% do total das receitas de serviços de telecomunicações ajustadas (receitas dos serviços de telecomunicações deduzidas dos custos de interligação do tráfego de entrada). Excluindo os custos de desenvolvimento dos novos negócios de Internet e rede fixa, o EBITDA teria ascendido a 54,3 milhões de contos (270,8 milhões de euros). A Telecel Vodafone registou uma receita média mensal por cliente (ARPU) no negócio celular de 6.341 escudos (31,63 euros) nos doze meses findos em 31 de Março de 2001, uma redução de 3,0% relativamente ao nível atingido no mesmo período do ano anterior. A evolução do ARPU em 2000 resulta de dois factores opostos. Por um lado, o ARPU foi afectado pelo extraordinário crescimento de clientes e pela esperada alteração da propriedade do tráfego fixo-móvel a 1 de Outubro de 2000, já que a Empresa passou a contabilizar as receitas do tráfego fixo de entrada líquidas dos custos de interligação do tráfego de entrada. Por outro lado, e para além da tendência positiva verificada na utilização e nos serviços de dados móveis, o ajustamento ascendente na tarifa de interligação com os operadores móveis teve um impacto positivo no ARPU. Em termos comparativos, e excluindo estes efeitos, o ARPU teria decrescido cerca de 8% relativamente aos doze meses findos em Março de 2000. O ARPU por cliente celular activo foi de 6.803 escudos (33,93 euros) para o ano findo em Março de 2001. Em concordância com as restantes empresas do grupo Vodafone, a Telecel Vodafone divulga igualmente a receita média mensal por cliente do serviço celular ajustada, calculada de acordo com a metodologia do grupo (receitas do serviço celular de telecomunicações deduzidas dos custos de interligação do tráfego de entrada divididas pela média ponderada do número de clientes do serviço celular do período). O ARPU celular ajustado para os doze meses findos em 31 de Março de 2001 situou-se nos 6.426 escudos (32,05 euros). Nos doze meses findos em 31 de Março de 2001, a Telecel Vodafone registou um cash cost médio mensal por cliente do serviço celular (CCPU, matematicamente definido como o total dos custos operacionais celulares líquido das amortizações e das receitas de equipamento dividido pelo número médio de clientes do serviço celulares do período) de 4.224 escudos (21,07 euros), um aumento de 1,9% relativamente ao período homólogo do ano anterior. Esta evolução do CCPU resultou tanto dos mais elevados custos de aquisição originados pelo forte crescimento do número de clientes como do ajustamento ascendente na tarifa de interligação com os operadores móveis. Este efeito foi parcialmente compensado pelo novo procedimento contabilístico de reconhecimento das receitas do tráfego fixo de entrada líquidas dos custos de interligação do tráfego de entrada que resultou da alteração da propriedade do tráfego fixo-móvel em Outubro de 2000. Em termos comparativos, e excluindo estes efeitos, o CCPU teria decrescido cerca de 10% relativamente aos doze meses findos em Março de 2000. A Telecel Vodafone pretende manter o seu posicionamento de liderança no mercado móvel português liderando a convergência móvel-Internet e o desenvolvimento do UMTS em Portugal. A área de dados móveis da Empresa continua em expansão num mercado actualmente caracterizado por promoções sazonais de estímulo à utilização. No trimestre findo em 31 de Março de 2001, em média, cada cliente do serviço celular da Telecel Vodafone enviou 23 mensagens escritas (SMS). As receitas de dados móveis, que compreendem SMS, acesso móvel à Internet e fax, representaram no último trimestre cerca de 6% das receitas de serviços da Telecel Vodafone e espera-se que subam para valores superiores a 20% nos próximos 5 anos. O negócio de Internet da Telecel Vodafone, tanto como fornecedor de acessos como de conteúdos, tem tido um crescimento significativo desde o seu lançamento no final de Junho de 1999. Em 31 de Março de 2001, o serviço “netc” da Telecel Vodafone tinha cerca de 400.000 clientes, um aumento de 240.000 clientes desde 1 de Abril de 2000. Na área dos conteúdos, a Telecel Vodafone continua a diversificar e a enriquecer o conteúdo do seu portal “netc”, posicionando-se como uma referência de qualidade nos portais em Português. A Empresa acredita num mercado aberto com diversos fornecedores de conteúdos para a oferta de diferentes serviços. O objectivo da Telecel Vodafone é o desenvolvimento de aplicações e interfaces que permitirão uma relação aberta com os fornecedores de conteúdos. De modo a complementar a sua oferta celular, a Telecel Vodafone lançou, a 1 de Janeiro de 2000, o seu serviço de acesso fixo indirecto através do prefixo “1091”. Em 31 de Março de 2001, o serviço de acesso fixo indirecto da Telecel Vodafone tinha cerca de 89.000 clientes, dos quais cerca de 80% são clientes empresariais, o segmento de mercado no qual a Telecel Vodafone concentra a sua actividade comercial na área fixa. No seu serviço de acesso directo, a Telecel Vodafone disponibiliza uma oferta global de serviços de telecomunicações contando com uma base de clientes de cerca de 40 empresas em Lisboa e no Porto. O Presidente da Direcção da Telecel Vodafone, António Carrapatoso, afirmou: “Apesar das condições de forte concorrência verificadas no mercado de telecomunicações português, a Telecel Vodafone foi bem sucedida na expansão dos seus negócios móveis, Internet e fixos em 2000. O nosso forte posicionamento no mercado é evidente em todos os negócios através do crescimento continuado das receitas, do EBITDA e da base de clientes. Em 2000, a Telecel Vodafone aumentou a sua quota no mercado de telecomunicações português para 17%, consolidando claramente a sua posição de segundo maior operador no mercado das telecomunicações em Portugal. Sendo um operador integrado de telecomunicações e informação com forte ênfase na oferta de serviços móveis e na convergência móvel/Internet, a Telecel Vodafone tenciona manter a sua liderança no mercado celular português através da liderança do desenvolvimento do UMTS em Portugal. O nosso objectivo último continua a ser a criação de valor para os nossos clientes e accionistas, mantendo a nossa estratégia de crescimento continuado de receitas e de cash flow operacional.”