Telemóvel decide pelo condutor

Atender ou não depende do terminal.

A segurança e os perigos de falar ao telefone enquanto se conduz, mesmo que com kits mãos-livres ou auriculares, motivaram o fabricante norte-americano Motorola a desenvolver um protótipo que decide pelo condutor se é seguro este atender uma chamada.

Ainda assim, o utilizador tem algum poder de decisão: quando o automóvel está parado, o terminal recebe todas as chamadas; quando está em andamento, só deixa passar as provenientes de contactos pré-definidos na lista do utilizador, redireccionando as outras para o correio de voz.

Não se pense, porém, que será fácil enganar o equipamento, pré-definindo todos os contactos, por exemplo. É que o terminal detecta as condições da condução e decide se há grande perigo (se o travão estiver a ser usado com muita frequência, etc.), casos em que filtra todas as chamadas para o correio de voz.

Além disso, se os airbags do automóvel forem accionados, o terminal liga automaticamente para o serviço de emergência.