Vodafone ajuda deficientes visuais

Apoio a manuais escolares digitais.

Foram já produzidos 15 destes manuais, destacando-se, entre outros, “Os Lusíadas”, “Os Maias” e “Viagens na Minha Terra”, bem como um itinerário gramatical e manuais das disciplinas de História, Ciências, Tecnologias da Informação e de línguas.

Até ao fim do mês de Setembro, serão produzidos outros manuais, designadamente uma gramática da língua inglesa e um auto de Gil Vicente.

Segundo avança a Vodafone, esta solução alia a voz gravada de locutores a texto e imagens digitalizados, tornando mais efectivo o acesso por alunos cegos ou de baixa visão ao currículo escolar, já que permite a pesquisa por capítulos, palavras-chave ou outras referências.BR>
Além disso, possibilita a criação de marcas de leitura para posterior pesquisa ou consulta, potenciando ainda a partilha e exploração simultânea de conteúdos em situação de aula ou em contexto familiar.

O sistema utiliza o formato multimédia Daisy, através do programa de leitura de livros falados EaseReader. Este formato faculta, não só a audição da voz através da placa de som do computador, como a leitura do texto em caracteres ampliados para alunos com baixa visão. Inclui, também, a tradução completa para Português de todo o software, designadamente o programa de instalação, ficheiros de prompt, etc..

O Ministério da Educação selecciona os manuais a produzir, mediante os pedidos dos alunos, cedendo gratuitamente a Porto Editora os textos correspondentes em formato digital.

A Fundação Vodafone Portugal financia totalmente o trabalho de produção dos manuais, investindo neste projecto 100 mil euros.

Esta parceria permitirá produzir cerca de 30 matrizes de manuais que serão doados aos alunos (cegos ou com baixa visão) de estabelecimentos de ensino reconhecidos pelo Ministério da Educação e que os solicitarem.