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Vodafone quer “chumbo ” à OPA sobre a PT

Apesar da aplicação de “remédios”.

«Com base nos potenciais compromissos referidos no questionário recebido da AdC, a Vodafone Portugal entende que as medidas apresentadas não são adequadas e eficazes para minimizar os riscos de distorção das condições decorrentes da presente OPA», explicou a Vodafone em comunicado.

Segundo a empresa liderada por António Carrapatoso, a concretização da OPA «coloca sérios entraves à concorrência no mercado nacional das comunicações móveis», uma vez que «a quota de mercado [seria] superior a 60%» no segmento móvel.

«A Vodafone Portugal continua a considerar que, apesar da eventual aplicação de remédios, a autorização desta OPA, nos moldes apresentados, comporta um conjunto de riscos que, cumulativamente, se traduzem na criação ou reforço de posições fortemente dominantes em diversos mercados», como o móvel, adianta o operador.